segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Run Rosa Run



É fácil ficar parado.

Eu fazia caminhada e achava que isso era o suficiente.

Vejo hoje que caminhar é o mínimo que um ser humano tem que fazer. Mas somente a caminhada quase não tem efeito nenhum no nosso corpo.

Há muitos anos pensava em correr. Mas achava algo muito difícil, que talvez não fosse pra mim.

Entretanto, em três meses que fiquei sem trabalho e procurando me ocupar e me mantêr animada, acabei ganhando 3 novos quilos!!! Sozinha, caminhando... não consegui eliminá-los.Até que me deu um estalo. Por que não começar a "correr"atrás do prejuizo!!!

Iniciei uma dieta e começei a me exercitar firme. Arrisquei correr... e não é que peguei gosto pela coisa. Correr é mais eficiente e muito mais prazeiroso.

Ainda estou começando. Faz apenas um mês que começei. Mas com isso elimei 4 kg. Maravilha.

Para não forçar os tendões, os joelhos e as costas comecei andando 2 minutos e correndo 3. Depois passei a andar 1 minuto e correr 4. Até que comecei a correr direto 5 a 6 km. Para mim isso foi uma grande conquista.

Estou muito feliz. Então me diga: Corra Rosa Corra. :-D

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Comer, Rezar e Amar



Geralmente, não gosto de assistir comédias românticas, pois sou meio crítica. Mas, deu vontade de assistir este filme de maneira descompromissada.

O filme fala de uma mulher que resolve se separar e viajar em busca de espiritualidade, amor, uma razão de viver.

Aparecem imagens lindissimas da Itália, Índia e Bali. Como sou descendente de italianos, curiosa em relação ao budismo, e doida para viajar e conhecer novas culturas, achei que esse filme seria interessante.

Na minha opinião, o fime é "bonitinho". Leva inspiração às mulheres, mas não tráz nenhum conflito real a não ser o da protagonista estar se separando do primeiro marido.

Conclui que vale a pena assistir, desde que não haja grandes expectativas. Ok? ;-)

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Homenagem à minha irmã



Tenho somente uma irmã. Ela não é muito mais velha do que eu, mas se sente como tal. Sempre agiu como se fosse a minha mãe. Mas... tudo bem.

Quando éramos crianças minha mãe acabou meio que obrigando a minha irmã a me levar em tudo o que ela ia com os amigos dela. E minha irmã, claro, detestava isso. E eu imagino o porquê. Ela devia se sentir vigiada, podada. Mas eu nunca iria dedurar ela, nem ficar no pé dela. Nada haver. Já ela, parecia a caçula, pois era ela quem dedurava TUDO o que eu fazia à minha mãe.

Bom, o que venho contar hoje é que sei que todas as nossas brigas foram bobas, e que tudo o que ela fazia era porque me amava e queria me proteger.

Ela resolveu casar em Outubro de 2010. E eu sabia que eu ficaria muito emocionada. Mesmo porque eu sempre fui a mais emotiva das duas.

Nos casamentos que já fui eram de pessoas menos próximas, o que é muito bonito, mas não tão emocionante como o casamento de uma irmã, uma amiga, ou de uma filha.

Pois então, o dia chegou. E eu decidi ser a irmã corujaa e fiz o making off da noiva, da mãe e da vó. Como madrinha não poupei em presentes, em um belíssimo vestido, penteado e maquiagem.

Sabia que era um dia muito especial para ela, por isso queria estar impecável para ela se orgulhar de mim.

Ela estava lindissima, radiante, com um sorriso de orelha a orelha. O que ninguém imaginava era que minha irmã era muito mais romântica do que eu.

Quando a vi subindo ao altar deixei cair algumas lágrimas. E quando passou no telão as fotos dela comigo (e não foram poucas) eu novamente voltei a chorar. Mas, minhas lágrimas era de muita felicidade. Sei que ela escolheu cada fotinho para homenagear a cada um dos presentes. E tenho certeza que todos se sentiram homenageados.

Te amo muito minha irmã.

Muitas felicidades nessa união. POis você merece.

Um grande beijo.

Rô.

Mão na Massa






Eu sempre fui a artista da casa. Porém, minha arte nem sempre foi uma arte concreta. Desde os 10 anos eu queria ser atriz, modelo, além de eu viver cantando pela casa com um microfone improvisado.

Já a minha irmã, um ano e três meses mais velha, desenvolveu mais habilidades manuais. E posteriormente se tornou fisioterapeuta. Ela tem mais paciência do que eu para tear, crochê, miçangas, etc.

Nesses meses decidi desenvolver meu lado manual, pois ele está atrofiado. Mas não sabia nem por onde começar. Fui em uma loja de artesanato e pensei: - Ok! Vou fazer decoupage (uma arte francesa). É a pintura, recorte e colagem em uma caixa, por exemplo.

Comprei o material necessário e coloquei a mão na massa para confeccionar a primeira caixinha.

Escolhi uma caixa de chá com três divisórias, um guardanapo em tons de verde claro, branco e amarelinho, super fofos.

No começo estava meio sem jeito. Fiz aos pouquinhos, em três dias. Adorei o resultado. A lojinha inteira elogiou... E como nesta mesma semana era aniversário da minha sogra, dei de presente à ela.

Posso dizer que é a maior responsabilidade para mim fazer esta caixinha para minha sogra, pois ela é extremamente habilidosa com essas artes manuais.

Portanto, espero que eu tenha superado as expectativas!!!

Caminhando e Refletindo



Desde criança adquiri um hábito saudável com a minha mãe. O hábito de caminhar, se possível, três ou mais vezes na semana. Nós costumávamos fazer caminhadas logo pela manhã no parque Horto Florestal, na zona norte de São Paulo.

Para mim, um dos melhores dias eram aqueles posteriores a uma noite de chuva. O ar ficava com um aroma delicioso de eucaliptos. E podiamos inspirar sem nos preocuparmos com poluição nenhuma entrando em nossos pulmões.

Hoje, morando em outra cidade de SP, tenho a sorte de ter alguns pequenos parques, mesmo não sendo tão arborizados como o que eu ia em SP, mas que ficam próximos aonde eu moro.

Outra coisa que me lembro é quando coloquei reparo nas belíssimas e centenárias árvores que ficavam no começo deste parque da zona norte de SP. Lembro que o tronco era enorme, e até tentei dar um abraço em uma árvore daquelas.

Hoje, nessas caminhadas, reflito muito e às vezes consigo enxergar muitas soluções para os meus problemas. Engraçado, não é?

Acredito que este momento de caminhar é só meu. É a hora em que eu respiro melhor, oxigena meu cérebro, e assim surgem as melhores inspirações.

(26/10/2010)

Competição



Eu não gosto de jogar.
Isso é desde criança.
Mas o que fazer?
Será que é trauma de infância?

A verdade é que o mundo é competitivo.
E não existe a possibilidade de não ser.
Se eu não aprender a jogar
Eu vou continuar a sofrer.

No trabalho negociamos,
No dia-a-dia blefamos.
E se você não souber participar,
Você com certeza vai dançar.

Meninas não são educadas para competir,
E quando adultas são obrigadas a aprender.
Porque o mundo é cruel, e só assim conseguem sobreviver.

(15/ 10/ 2010)

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Informação no Vale do Paraíba



Além de atriz e palpiteira, também sou publicitária.

Hoje vou dar os meus pitacos nos veículos de comunicação de São José dos Campos.
Desde quando comecei a vir para a cidade, há seis anos, eu assistia a TV Vanguarda.

Sempre achei a programação e linguagem muito jovem e inovadora em relação a seriedade da TV GLOBO em SP. As vinhetas de acordo com a sazonalidade, os jornais locais e seus apresentadores carismáticos, o formato de como apresentam a previsão do tempo, tudo é muito interessante. Parabéns!!!

Já as opções de rádio são muito pequenas. São três rádios não são muito segmentadas. E que na minha opinião, parece querer agradar a todos, mas corre o risco de não agradar ninguém.

O Jornal O Vale, antes se chamava Valeparaibano, também está bem jovem e abordando notícias de maneira diversificada e estimulante, com jornalistas de média e longa experiência, conseguindo atingir públicos de várias faixas etárias.

Em abril deste ano foi lançada a Revista Valeparaibano, uma revista de leitura muito agradável. Sua edição é mensal, sempre com temas muito interessantes, e conteúdo na medida certa sobre cada tema. Sem ser breve demais, ou cansativa demais sobre cada assunto. Eu particularmente gostei bastante.

Tive o prazer de conhecer as instalações da Revista num evento que ela abriu para a ARRIBA! Comunicação, agência que eu trabalhava na época. (Quem tiver a edição de Julho de 2010 pode me ver na página 129 acompanhada de meu queridíssimo noivo).

Mesmo para quem não é do Vale do Paraíba, vale a pena conferir essas mídias, afinal todos devem conhecer e valorizar a importância econômica que essas cidades tem para o Brasil.

http://www.valeparaibano.com.br/

http://www.ovale.com.br/

http://www.vanguarda.tv/

Eu indico. ;-)

Até mais.